Guarda Compartilhada não é convivência alternada: Entenda a diferença.

A Guarda Compartilhada é hoje a regra no ordenamento jurídico brasileiro, mas gera muitas dúvidas. A principal delas é confundir Guarda (tomada de decisões) com Lar de Referência (onde a criança dorme).

Na guarda compartilhada:

  • Decisões: Pai e mãe decidem juntos sobre escola, tratamentos médicos e viagens. Nenhum genitor tem “mais poder” que o outro.
  • Convivência: A criança tem uma residência fixa (base de moradia) para manter a rotina, mas o outro genitor tem amplo direito de convivência.

Isso é diferente da Guarda Alternada (que não é recomendada por psicólogos), onde a criança vive como “nômade”, trocando de casa constantemente. O foco da justiça é sempre o melhor interesse e a estabilidade emocional da criança.

A Guarda Compartilhada é hoje a regra no ordenamento jurídico brasileiro, mas gera muitas dúvidas. A principal delas é confundir Guarda (tomada de decisões) com Lar de Referência (onde a criança dorme).

Na guarda compartilhada:

  • Decisões: Pai e mãe decidem juntos sobre escola, tratamentos médicos e viagens. Nenhum genitor tem “mais poder” que o outro.
  • Convivência: A criança tem uma residência fixa (base de moradia) para manter a rotina, mas o outro genitor tem amplo direito de convivência.

Isso é diferente da Guarda Alternada (que não é recomendada por psicólogos), onde a criança vive como “nômade”, trocando de casa constantemente. O foco da justiça é sempre o melhor interesse e a estabilidade emocional da criança.

A Guarda Compartilhada é hoje a regra no ordenamento jurídico brasileiro, mas gera muitas dúvidas. A principal delas é confundir Guarda (tomada de decisões) com Lar de Referência (onde a criança dorme).

Na guarda compartilhada:

  • Decisões: Pai e mãe decidem juntos sobre escola, tratamentos médicos e viagens. Nenhum genitor tem “mais poder” que o outro.
  • Convivência: A criança tem uma residência fixa (base de moradia) para manter a rotina, mas o outro genitor tem amplo direito de convivência.

Isso é diferente da Guarda Alternada (que não é recomendada por psicólogos), onde a criança vive como “nômade”, trocando de casa constantemente. O foco da justiça é sempre o melhor interesse e a estabilidade emocional da criança.